Relato - Parte 3 - Sea World

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Relato - Parte 3 - Sea World

Mensagem por letticia.caruso em Dom Abr 22, 2012 9:46 pm

12/09 – Sea World

Tomamos café da manhã no hotel (o iogurte com blueberries e granola e o waffle que nós mesmos fazíamos, com calda cheeeia de pedações de morango me dão água na boca até agora!). O parque da vez era o Sea World. O Lucca estava animadíssimo!

Chegamos logo na abertura e, primeira coisa, encontramos o personagem da Shamu, recepcionando os visitantes (uma meia dúzia de gatos pingados) próximo à entrada. Tiramos fotinhos, fizemos carinho na linguona dela e seguimos em direção ao Journey to Atlantis. Não fizemos nenhuma das montanhas russas, porque essa ainda não é a praia do meu filho, embora eu ame de paixão!



No caminho, paramos no tanque das arraias e o Lucca fez “amizade” com uma americaninha que estava debruçada no tanque, fazendo carinho nas arraias. Ela tinha uns 4 anos e não parava de falar, de tanta empolgação. Comprei duas porções (acho que foram U$ 9,00 pelas duas) de comida das arraias: dei uma pro meu filho e uma pra “amiguinha” dele. Como era de manhã e não tinha quase ninguém no parque, elas não tinham sido alimentadas ainda e, assim, estavam famintas! Foi muito divertido! Elas são vorazes comedoras de camarão e disparam em nossa direção para pegar comida das nossas mãos. São MUITAS; e famintas!!! Se atropelam e fazem a maior bagunça, espirrando água pra todo lado. Eu parecia uma criança feliz alimentando os bichinhos. Elas são super dóceis e sociáveis, além de muito macias. Meu filho disse que parecia sushi!



DICA: nessas seções de alimentar animais, é sempre legal ir de manhã, quando os bichos ainda não foram exaustivamente alimentados pelos visitantes e estão com fome. Isso pode não fazer tanta diferença no tanque das arraias, que são gulosinhas e muito numerosas; mas nas partes de alimentar, por exemplo, as aves, no Busch Gardens ou Discovery Cove, pode fazer toda a diferença entre ter um monte de bichinhos comendo nas nossas mãos ou sair triste e frustrado porque ninguém veio nos prestigiar.

Deixamos a mochila no locker para nossa visitinha ao Journey to Atlantis. Quando eu estava fechando o locker, meu filho falou: “Eu deixaria o boné no locker se fosse você, mas é só o que EU faria; faz o que você achar melhor” (meu filho é sempre meio “formalzinho” no modo de falar e tem um vocabulário rebuscado; é super engraçado!) Eu dei risada e respondi: “Não precisa, amor, eu seguro na hora da descida”. CLARO, ÓBVIO, EVIDENTE que na descida, meu boné voou longe e, já no segundo dia de viagem, eu dei adeus ao meu chapeuzinho do Quebec, que eu tanto gostava... rs! Tive que aguentar o Lucca, o resto do dia, tirando sarro da minha cara e dizendo: “I told you so, mom”...
Aproveitamos que estávamos encharcados e embarcamos mais duas vezes seguidas no Journey to Atlantis, antes de pegar de novo a mochila no locker. Éramos praticamente só nós dois na atração. O funcionário do parque que estava na entrada perguntava: “vocês de novo?”... hehe

Meu filho estava de Havaianas (mãe sem noção!) e a tirinha começou a machucar os dedinhos dele. Entrei numa loja e comprei uma sandália do Sea World: horrorosa, cara, um número menor que o pé dele, que arrebentou no segundo dia de uso, mas que salvou a nossa pele aquele dia. Aproveitei e comprei outro boné pra mim. Gastos imprevistos fazem parte da aventura. Hehe! (reparem no chinelinho da primeira foto e na sandália quase de dedinhos pra fora nas demais... hehe)

Assistimos ao Pets Ahoy, que a gente simplesmente adora! Meu filho gargalhava durante o show! Todos os animais atores foram resgatados de abrigos; é um baratinho! Dá de mil no show de animais da Universal!

Passamos pelo Penguin Encounter – que parece que fechou ou vai fechar, para a construção de uma nova área temática -, onde nos divertimos com os mergulhos e nados dos diferentes tipos de pinguins. Fiz uns vídeos lindos! Os mais fofos e animadinhos são os de bicão laranja! Nadam de costas, dão piruetas embaixo d'água, mergulham, batem as asas com a cabecinha de fora... uma graça!

Por volta de 12hrs, teria o único show – One Ocean - da Shamu do dia. Seguimos o fluxo de pessoas até o Shamu Stadium, mas não conseguimos lugar na parte coberta. Era o único show do dia e o parque inteiro seguiu pra lá. Nem lotou o estádio, mas a parte coberta foi rapidamente ocupada. Dançamos! Estava absurdamente quente esse dia e foi um sacrifício torrar embaixo daquele sol lazarento! Eu sou meio exagerada e nos cobria de quilos de protetor solar todos os dias, mas ali não teve jeito: apliquei e reapliquei protetor solar, mas ficamos com marca de sol nas coxas, por conta das bermudas, do tempo que ficamos sentados no Stadium. Além da chateação de ficar embaixo do sol, o show em si é bem “xoxo”. Pra quem conhece os shows de antes do acidente com a treinadora, quando eles interagiam com as baleias dentro do tanque, esse show novo é um tanto decepcionante. Que fique claro que não estou “contestando” a nova norma de não haver mais treinadores dentro d'água; eu detestaria que meu filho presenciasse um acidente como aquele ou outro parecido! Mas, na minha opinião, a verdade é essa: o show perdeu o appeal! Eu só conseguia pensar no calor e na parte em que finalmente as baleias passariam jogando água na gente. Foi essa, inclusive, a única parte que o Lucca gostou do show; ele ficou meio entediado durante o resto da apresentação. Me arrependi de ter assistido a esse show e não ter tido tempo (ou disposição) de sincronizar os horários de forma que conseguíssemos ver o Alure.



Saímos de lá direto para um sorvetão com bolinhas (Dippin' Dots Ice Cream) para nos refrescarmos. Sentamos numa sombrinha e nos lambuzamos. Com aquele calor todo, o Wild Arctic nos chamava. Fizemos o passeio no simulador e visitamos a área dos animais. Estava tendo interação com as belugas e ficamos de espectadores, ouvindo o “chorinho” delas e nos impressionando com a graciosidade dos mergulhos que elas davam. Saímos de lá congelados, visto que ainda estávamos com nossas roupas molhadas pelo splash das baleias. Esse choque térmico tão comum nos parques de Orlando faz um beeeeeem.... rs! Adoro!



Assistimos ao Blue Horizons, show dos golfinhos e, esse sim, é lindo! Chegamos cedo e sentamos em um lugar coberto. Não me lembro se há partes descobertas nesse estádio, mas o fato de que, finalmente, estávamos confortavelmente sentados embaixo do coberto está gravadinho na minha memória. Hehe!





Faltava o Clyde and Seamore: a foca e o leão marinho. Eu particularmente adoro esse show e faço questão de chegar cedo, porque a performance do mímico antes do início é simplesmente imperdível! Pegamos lugares bem legais e ficamos esperando o show começar, enquanto comíamos pipoca e nos reidratávamos com muita água gelada.



Ainda deu tempo, depois do show, do meu filho brincar em uma área aquática pra crianças, que fica espirrando jatinhos de água. Ele arrancou a camiseta e se esbaldou, enquanto eu descansei embaixo de um guarda-sol. Eram por volta de 17hrs e o cansaço bateu. Havíamos tomado sol demais na cachola!



A programação era irmos para a Downtown Disney, mas, adivinhem! Hotel e CAMA! Foi a nossa primeira noite bem dormida desde que chegamos em Orlando. Recarregamos as nossas energias e estávamos prontos para o dia seguinte: Islands of Adventure.

letticia.caruso

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